sexta-feira, 6 de novembro de 2020

"Ódio do Bem!" O Caso Mariana Ferrer!

Os "odiadores do bem" sempre estarão lá pra consolar aos "frascos e comprimidos"! Será mesmo esta a intenção deles? Vejamos o caso da menina que se tornou famosa pela mídia por ocasião de um suposto estupro ao seu corpo. Mariana Ferrer alega que foi estuprada pelo homem que sequer tencionava a isso. Ele a levou a um quarto e ela não parecia resistir. As imagens mostram o momento em que os dois subiram as escadas.

Não há provas do fato típico mencionado. O réu foi, evidentemente, absolvido por falta de provas. Não há como saber se ocorreu o crime. O estupro é um crime gravíssimo. Atenta contra a liberdade sexual da pessoa e é feito com violência física, estupro curra, ou psicológica, vis compulsiva.

Não restou provado o fato porque a moça subiu calmamente as escadas, não ofereceu resistência e ao sair do quarto após a relação sexual, caminhou calmamente para a saída. Não há nenhum indício de que o homem tenha praticado algo tão hediondo com a mulher.

Alega-se estupro de vulnerável, nada se viu acerca da vulnerabilidade da vítima. Os exames toxicológicos nada indicaram, o fato de ela andar trôpega pode ter relação com o seu calçado ou algum problema de locomoção que ela já tenha. Não é sabido.

O que podemos dizer, não houve o estupro! Não há provas disso e por isso o homem foi absolvido, a mídia devia dizer suposto estupro porque não ficou comprovado. O réu pode acionar esses malsinados meios de comunicação com a ação penal privada de calúnia por imputarem a ele falsamente um crime. Acabou! Não há o que fazer, salvo provas obtidas posteriormente para reabrir a questão e, daí sim, um julgamento justo com acusação, condenação e pena, caso realmente tenha acontecido algo tão hediondo.

Penso que não aconteceu. Contudo, a audiência mostra como os advogados "mais velhos" são despreparados para os novos tempos, tempos de lacração, desinformação e mentiras. 

O advogado em questão ofendeu a suposta vítima com palavras que não se devem dizer a ninguém. Isso denota o seu mau-caratismo de advogado rico que anda de lancha, mas não se importa com pessoas, com elas não devia trabalhar posto que não possui a humanidade necessária. Ele deve ser condenado em ação por danos morais por causa do ocorrido em audiência.

O dito advogado deve sofrer uma penalidade disciplinar prevista no Código de Ética da OAB e ser processado por ação penal privada pelos crimes de injúria e difamação à jovem.

Entretanto, o "ódio do bem" encetado pela turma do "politicamente correto", lacradores midiáticos, jornalistas de quinta categoria como os da Globolixo, da UOL e etc, esses tais querem capitalizar e espalhar o seu ódio esquerdista em cima de um fato tão trágico, se tivesse realmente acontecido.

As opiniões alheias e contrárias são esgarçadas. Jornalistas que não concordam com os holofotes que Mariana está a ter com o suposto crime que  esta insiste em alegar que aconteceu em seu desfavor, posto que supostamente foi  vítima, são punidos com a demissão de seus empregos. Será isso minimamente compreensível? Por conta de uma opinião a pessoa ser demitida? (E a Giuliana Morrone que chamou Alexandre Garcia de velho gagá, cadê a sua demissão da Globolixo?)

Ocorre, porém, que os meios midiáticos da imprensa podre e marrom deste país querem politizar a questão. Já estão a dizer que o susposto estupro é culpa do Bolsonaro. Já está um nojo essa imprensa do "ódio do bem". Eles são os verdadeiros odiadores. Espalham seus venenos (fofocas) com o intuito de capitalizar em cima da desgraça alheia e se dizem os bonzinhos, os paladinos da moral e da ética, só que não, são sim os verdadeiros desgraçados da mídia marrom esquerdista deste país, são os verdadeiros demônios.

Não é mais aceitável o ódio, tanto o do bem quanto o do mal. Temos que parar de nos ofender mutuamente. Óbvio que isso não tem nada a ver com não desejar que a Globolixo e que os meios de comunicação como: Folha de SP, UOL e etc, venham a falir e fechar as suas portas, porque estes promovem um verdadeiro prejuízo à imagem dos seus alvos. Um escancarado assassinato de reputações.

É um abuso e um absurdo o que estão fazendo com o trabalho jornalístico em nossos tempos. Tempos de fofoca, de vigilância e de assassinato de reputações. Qualquer erro que a pessoa cometa pode e deve ser o suficiente para a sua decapitação, a sua exclusão e o seu exílio. Vivemos num momento de ditadura dos meios de comunicação esquerdista, ditadura do judiciário, que estão somente a perseguir os "extremistas de direita", coisa que não existe. O que existe é o stalinismo sendo aplicado na prática nesse país. Assim também fazia Stalin, mandava matar os que ele considerava seus opositores, mesmo que fossem devaneios de sua mente criminosa, um suposto "odiador do bem".    

    

quarta-feira, 30 de setembro de 2020

Trump vs Biden: O primeiro debate entre os candidatos a presidência da república dos EUA 2020!

Donald Trump tem um ar arrogante, narcisista, um distanciamento que o faz imprevisível, palavras agressivas e ataques que coincidem com sua vontade de ser um político reconhecido. Possui qualidades que o habilitam à reeleição. 

Fato é que nas eleições de 2016, o "outsider" Trump não parecia uma grande personalidade, mas sim um azarão, um desastre! Ocorre que a sua opositora, na ocasião, não fora competente e perdeu o pleito de maneira inacreditável.

Donald Trump travou, nesta terça-feira, um debate político contra o seu rival Joe Biden em que as acusações de malfeitos partiam de ambas as partes. Biden acusou Trump de sonegar impostos, Trump rebateu alegando o desconhecimento de Biden acerca do assunto, chamando-o de "burro", nestes termos. Alegou que Biden é um "carreirista" da política, que em 45 anos de exercício político fez menos do que Trump em 45 meses. 

Trump atacou a moral da família de Biden e este mandou Trump calar a boca. Chamou-o de palhaço. Enquanto Trump exaustivamente interrompia a Biden, sequestrando a sua amigdala, fazendo com que ele perdesse sua linha de raciocínio. O que eventualmente funcionou, até mesmo por causa da idade de Biden e de sua evidente falta de retórica.

Um político sem retórica não consegue agir no cenário político. Quando o poder de convencimento está atrelado a ideologias sem nexo (comunismo) e que promovem arruaças e vandalismos, até mesmo mortes, não consegue angariar o status de veraz!

As acusações de Biden de que Trump é o responsável pelas mortes causadas pelo vírus chinês, de que o mesmo é a favor de supremacistas brancos e de que é um conspiracionista lunático, terraplanista, faz com que não concordemos com Joe por ocasião de que o jogo político não se liga a acusações infantis, mas atitudes.

Os movimentos do "black lives matter" e dos "antifas" nos EUA são visivelmente antidemocráticos, posto que priorizaram a violência em detrimento do diálogo. Defender isso é defender a patifaria. Óbvio que "vidas negras importam"! Não somente estas, mas as de todos os demais. Não é esse o ponto. Politizaram a questão. Dividiram o povo nesse sentido. Certamente que há questões históricas envolvidas, mas introduziram essas questões na atividade política do atual presidente americano. Como se este fosse o responsável pelo racismo naquele país, isso não acontece. É "fake news". É mentira!

Como que Biden quer se locupletar da própria torpeza? Como que ele fala que Trump é um mentiroso se Biden é que espalha as mentiras?

Na minha opinião, Trump agiu estrategicamente. Venceu o debate. Não deixou o seu opositor falar e ainda o expôs. Fato que deixou Biden visivelmente perturbado com a prosa. O jogo político é sujo, mas é o que faz ganhar uma eleição. Se Trump fosse o "esculhambado" não conseguiria vencer qualquer eleição. Porém, o seu tom agressivo, cínico, fez com que tivesse assento na Casa Branca. Políticos, líderes reconhecidos e aceitos, têm um quê de sociopatia, isso não é olvidável. 

Enquanto Biden não aprender a malandragem política, não vencerá. O povo não quer o bonzinho, o certinho. Quer um líder forte que lide com questões de Estado. Trump tem feito isso de maneira muito competente. Não estamos aqui a falar de seu caráter e sim do que ele tem feito pelos EUA. 

À essa altura da vida, Biden é candidato à aposentadoria e não ao cargo político máximo dos EUA.

      

segunda-feira, 28 de setembro de 2020

O Curioso Caso Das Leis que Não Pegam!

Entre tantas situações que ocorrem no plano dos fatos, ocorrem aquelas que são "juridicizadas", isto é, a norma incide sobre aquele plano transformando-o em fato jurídico, porquanto a lei que é  norma cogente, não requer a vontade das partes envolvidas, "mandadas" a realizar ou não tal ou qual conduta, possui força normativa a ser respeitada.

O curioso caso das leis que não pegam vem a nos alertar para uma condição de "anomia" das relações jurídicas vigorantes. Alerte-se para o exemplo do último domingo em que Palmeiras e Flamengo entraram em campo, mesmo afrontando normas sanitárias que deveriam ser respeitadas por ocasião do vírus chinês que fez com que 19 atletas do "mais querido" estivessem infectados com o maldito vírus.

Ora, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e o Superior Tribunal de Justiça Desportivo (STJD) negaram ao apelo do Clube de Regatas do Flamengo (CRF) de suspender a referida partida de futebol contra o Palmeiras, por entender que o seu famigerado regulamento estaria acima de normas sanitárias, leis de caráter geral, "cogentes"!

A justiça do trabalho foi acionada, alegaram os autores (Sindicato dos Atletas do Rio de Janeiro e não o Flamengo, este na qualidade de réu, diga-se de passagem) que isso malfere as normas sanitárias e acertadamente o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) do Rio de Janeiro concedeu a suspensão da partida em caráter liminar. Até aí vimos o judiciário funcionando de maneira correta. Aplicando a norma. Conferindo a ela força normativa. "A lei pegou"!

A partir daí, comentaristas de futebol, um abobalhado presidente de um clube mineiro de futebol, palpiteiros de plantão e narradores esportivos, destilaram o seu veneno, sem o menor pudor, contra o clube de futebol que mais tem torcida no país, quiçá no mundo. Afirmaram que "o mais querido" tem que ser expulso do futebol brasileiro, que tem que ser rebaixado, que é um clube que promove a discórdia, um "cagão" por não querer jogar e etc...

Foram tantos os adjetivos, tanto "ódio do bem" (só que não) que assistimos a uma grande demonstração de que o curioso caso das leis que não pegam se aplica ao judiciário também, só que, pior ainda, em última instância. O Tribunal Superior do Trabalho (TST) derrubou, em última hora, a liminar concedida pelo TRT.

Uma tremenda aberração! Como que um clube de futebol pode jogar nestas condições? Isso poderia ser considerado um crime, por ocasião de colocar vidas em risco. Quem garante que não são todos os atletas do Flamengo que estão contaminados? Na dúvida, as autoridades sanitária recomendam que não haja o jogo porque há um risco real de infecção. E se os atletas do Palmeiras ficarem doentes, se eles contraírem o vírus chinês, e; pior, se qualquer um deles morrer em virtude disso? Responsabilizarão o Flamengo?

Esse país é uma bagunça mesmo. O curioso caso das leis que não pegam é uma demonstração de que não há respeito ao correto uso das normas. As leis estão apenas em papéis, o grande desafio é fazer com que sejam cumpridas. Os ministros do TST esqueceram do que aprenderam nas faculdades de direito. Colocaram um regulamento de uma entidade esportiva acima de uma lei aprovada pelo Congresso Nacional que possui caráter geral, cogente e independe da vontade de qualquer pessoa, até mesmo dos dirigentes da CBF que há muito esqueceram das boas práticas e da ética!       

terça-feira, 15 de setembro de 2020

Redes Sociais, Espionagem e Furto do Tempo!

Recentemente assisti a um documentário da Netflix, bem interessante, acerca das redes sociais e dos perigos que acarretam fazer parte de tais grupos. Chama-se: "O  Dilema das Redes". Tal documentário, afirma que as redes sociais têm dividido pessoas e espalhado as famigeradas "fake news", promovendo o caos social, invadindo a privacidade dos participantes, furtando o seu tempo e espionando a sua vida. Acusa-se que somos como mercadorias, posto que se não pagamos para ter acesso a essas ditas "redes", então somos o produto. 

Nossas informações são mercadorias valiosas no mundo dos dados. A relevância de se obter informações acerca de todos nós participantes dessas redes faz com que sejamos reféns de bandidos digitais e de grandes empresas que lidam com publicidade, assim estaríamos correndo um exagerado risco ao nos cadastrarmos nos grupos das redes sociais, posto que nossas informações seriam vendidas aos anunciantes, estes sim financiam aos donos multibilionários das ditas redes sociais.

O documentário fez alusão à ameaça ao "status quo democrático" (ou seria demagógico?) que vigorava antes das ditas redes sociais. Há um quê de revanchismo na narrativa do documentário, posto que assevera que não estamos a viver em uma democracia, porquanto os candidatos de partidos de direita vêm angariando vitórias em eleições. São denominados extremistas, tais candidatos, pertencentes à "extrema direita" que visam a dividir as pessoas e promover o caos social.

Ouso discordar desta narrativa. Há muitos anos não vimos, em lugar algum do mundo, uma democracia realmente participativa. Diversamente do que quer dizer o senhor documentarista do encimado documentário, a democracia realmente tem funcionado de maneira efetiva. A tentativa de fazer com que as "fake news" promovam o descrédito das democracias vigorantes, não é senão uma verdadeira "fake news", porquanto a mentira faz parte do jogo político desde os primórdios. Não há que se falar em "fair play" nas disputas políticas. A problemática se resume na retórica. Na capacidade de convencer ao interlocutor do que é correto e o que é repugnante.

Todavia, podemos discutir acerca da corrupção, uma prática espúria praticada pelos políticos do mundo inteiro, mas que segue sob a imagem do imundo que usa, se apropria do que é do povo em benefício próprio. Quem seria capaz de aceitar aquele que "rouba, mas faz" em pleno século XXI?

Penso que as democracias estão a funcionar justamente porque o eleitor disse: BASTA!!!

Não deseja mais que bastardos da dita "esquerda", ladra, saqueie o que é do povo. O eleitor passou a vigiar mais os seus candidatos e isso é uma coisa boa. No tocante às mentiras espalhadas nas redes, as pessoas que as frequentam sabem o que está ou não de acordo com a realidade. É só sair lá fora e verificar. Ninguém é enganado ou ingênuo a ponto de acreditar em mentiras nos nossos tempos. As pessoas estão sabendo o que é certo e o que é errado. 

As "democracias" lideradas por governantes de esquerda não eram tão transparentes quanto as democracias lideradas pelos governantes mais a direita do espectro político. Onde que um Tribunal de Superposição, em épocas passadas, teria o poder de liberar a gravação de uma reunião secreta do governo? Isso só é possível hoje porque a democracia é plena ou pelo menos está caminhando nesta direção.

O dito documentarista também fala sobre os riscos que nossos filhos estão a correr, quando frequentam tais redes sociais. Em hipótese alguma, os entrevistados deixariam seus filhos participarem de tais redes por ocasião do vício (adicção) que provocam, por furtarem o tempo precioso das pessoas, os dados pessoais e porque os riscos de suicídio são iminentes, já que a demanda por "joinhas", os ditos "likes", têm causado ansiedade e depressão nos mais jovens, quando estes são "enjeitados" pelos participantes das referidas redes.

Penso que os caminhos de hoje não têm mais volta. Não é possível vencer a "Turma do Vale do Silício". Esse grupo é muito poderoso e não é só no lado econômico não. A influência que exerce é da musculatura de países e da envergadura do nosso planeta. Como não é possível vencê-los, devemos nos unir a eles. O bom senso é o rei dentre as táticas de vitória. Os mais novos terão que lidar com essa nova realidade. O mundo mudou demais nos últimos dez anos. Não é mais como quando estabelecíamos vínculos mais próximos com os outros. O que vigora hoje é uma formatação muito diferente. 

Relacionamentos virtuais, conversas por aplicativos, liquidez de relações sociais não são sinais de degradação da humanidade, mas sim que a maneira como se dava o convívio mudou radicalmente. Pode haver o elemento ético que venha a afirmar que isso gerou perdas, mas "para ganhar temos que perder!" Não existe isso de jogo do "ganha ganha", isso é falácia de conciliadores. O ganho que temos que aduzir é a facilidade que hoje temos de nos comunicar, de estabelecer vínculos de proximidade ou não. Saber lidar com essa nova formatação é que é a encrenca vigente.

Nós, dinossauros da meia idade, não estamos habituados com o novo. Tendemos sempre a acreditar que o velho, o "vintage", é sempre o mais correto. Que as certezas, que há muito se desfizeram após o século XX, é que deveriam estar presentes e não a "liquidez" quase que absoluta das relações. Não estamos acostumados com incertezas, mas isso é o que nos tornamos. Seres incertos em um mundo cada vez mais modificado e diferente, não excludente necessariamente.              

Assim, penso que a evolução das tecnologias e mesmo as espionagens têm potencial para nos fazer mais vigilantes acerca dos erros cometidos por governantes ou mesmo pelos donos das ditas "redes sociais". Podemos cobrar destes, para que façam a internet mais segura e menos nociva aos interesses individuais. Isso faz parte do jogo democrático. Agora, tentar destruir os poderosos do "Vale do Silício" não me parece positivo, já que os mesmos revolucionaram o nosso modo de viver e de pensar. Adequar-se a essa nova realidade, em busca do bom senso e da pró-atividade é muito mais seguro e faz com que venhamos a progredir.    

quinta-feira, 27 de agosto de 2020

Século XXI: Uma grande bomba para os que ainda vão vivê-lo!

Sou do século passado, aquele das grandes descobertas, dos sonhos, das vontades. Um século que moldou o pensamento e o mundo ao seu redor. Sou da época em que se acreditava em discos voadores, em ET de Varginha. Hoje, sei que o novo século, que estamos vivenciando há mais ou menos 20 anos, será cheio de bombas! Sim, repleto de novidades negativas. Cerceamento de liberdades, todos usando máscaras nas ruas..., parece até piada! Não sei se os leitores já tiveram a oportunidade de brincar com playmobil na infância. Pois é, parece que somos playmobil mascarados. Autômatos. Comandados por governantes idiotas. Uma idiocracia!

A bomba a que me refiro, no tocante a este século, possui relação com a grave crise que bate à nossa porta ao findar dessa grande falácia chamada pandemia de Coronavírus. O tal Covid-19 que mais parece trazido pela ficção do que real. Sabemos que há, na rede mundial de computadores, dezenas de milhares de informações inúteis e é impossível ter clareza acerca das informações e do que consumir. Lixo, sim somos acumuladores de lixo virtual. Quem nunca?

Aliás, clareza acerca do real é poder, consoante Yuval Harari:

"Num mundo inundado de informações irrelevantes, clareza é poder. Em teoria, qualquer um pode se juntar ao debate sobre o futuro da humanidade, mas é muito difícil manter uma visão lúcida. Muitas vezes nem sequer percebemos que um debate está acontecendo, ou quais são suas questões cruciais. Bilhões de nós dificilmente podem se permitir o luxo de investigá-las, pois temos coisas mais urgentes a fazer, como trabalhar, tomar conta das crianças, ou cuidar dos pais idosos. Infelizmente, a história não poupa ninguém. Se o futuro da humanidade for decidido em sua ausência, porque você está ocupado demais alimentando e vestindo seus filhos — você e eles não estarão eximidos das consequências. Isso é muito injusto, mas quem disse que a história é justa?" (HARARI, Yuval Noah. 21 lições para o século 21. Trad. Paulo Geiger, São Paulo: Companhia das Letras, 2018, p.7) (Grifei)

Nesse sentido, a pandemia castrou a clareza que deveríamos ter acerca dos acontecimentos. A OMS e a China não fizeram o seu dever de casa, permitido que o vírus maldito se espalhasse por todo o globo terrestre. Assim, ficamos à deriva no sentido de que permitimos que a crise se instalasse no Brasil. Uma crise sem precedentes que vai ocasionar um hecatombe mundial nas economias do planeta.

Como já afirmado pelo ministro da economia, Paulo Guedes, esta pandemia de Coronavírus deixou o Brasil de joelhos. O "novo normal" será terrivelmente pior, pois o desemprego subirá astronomicamente. Muitas empresas não abrirão mais as portas no mundo pós-covid.

Nós, reles mortais, seremos irrelevantes na reconstrução da economia. Quem viver verá a grande bomba estourar, posto que os gastos de 2020 suplantaram em muito o que deveriam, sob o fundamento da questão: saúde pública; centenas de bilhões de reais foram gastos. O rombo parece ainda maior por conta dos "covidões" nos quatro cantos deste país. Decretos desarrazoados, decisões arbitrárias de Tribunal de Superposição (STF) e abusos de autoridade formam a base do descrédito que a economia brasileira vai representar nos próximos anos.

Como alertou o presidente Jair Bolsonaro, no início da pandemia, não deveríamos ter parado o Brasil. A economia retrocederá anos e a reforma da previdência quedará por inútil. Castrou direitos e ainda assim ficou inutilizada a tal reforma. O temor de Paulo Guedes veio à tona. A questão de economizar o trilhão necessário para cobrir o rombo, não se concretizará mais. O colapso já está anunciado!

A vida pós-pandemia é um tremendo ponto de interrogação. Não há como saber a extensão do dano, mas especialistas em economia já deram vereditos assustadores para o que virá. Sugerem que as economias globais troquem os seus ativos em dólar por ouro. Ouro físico, pois a desdolarização da economia já está em curso. Países como o Brasil serão os maiores perdedores no xeque-mate que se apresentará em alguns anos ou meses.

Assim, a grande bomba vai explodir, resta saber qual a data porque já está em curso uma violenta mudança nos padrões socioeconômicos de todos. A começar pelo uso de máscaras e a terminar pela castração de toda e qualquer liberdade, quem viver verá! 


  



  

terça-feira, 25 de agosto de 2020

O Problema do Brasil, dos Brasileiros e da Mídia Militante de Esquerda!

O Brasil é uma questão de país-problema, nos quesitos morais e éticos. Um país de "jeitinhos" tortos, uma mania de "querer se dar bem" em relação aos outros, esse é o modus vivendi de seu povo. A mídia brasileira, notadamente a militante de esquerda, também padece de um senso moral e ético para com os demais. 

A mania de "querer se dar bem" desses tais é tão escandalosa, esclerosada e espetaculosa que ainda pensa que pode manter a coerência no absurdo:

"Nossa época nos propõe o espetáculo de uma verdadeira coerência no absurdo."(Gabriel Marcel)(PADILHA, Tarcísio Meirelles. Brasil em Questão, Rio de Janeiro: Bibliex,1976, p.15).

Não é demais salientar que a destruição psicológica dos atores sociais, seja na política, seja nos costumes ou seja na cultura mesmo é a marca desse mundo moderno que quer incutir na cabeça das pessoas novas maneiras de ser, modos de agir e tentar manter a coerência no absurdo. 

O brasileiro faz isso de maneira a se identifica com essa "nova era": a era da "sacanagem", a era da destruição de reputações, a era dos rebolados infantis; enfim, a era da destruição. 

Podemos verificar, nesse diapasão, que as alterações substanciais do ser abalaram as estruturas do que realmente é de bom alvitre:

"É inegável, entretanto, a originalidade da era atual quando lhe apontamos um dado inédito, capaz de contribuir para explicar algumas de suas peculiaridades. Houve um desusado aumento do ritmo de transformações, de sorte a tornar o homem de hoje contemporâneo do futuro. É possível hoje assistirmos ao nascimento, ao desenvolvimento e ao crepúsculo de fenômenos e de instituições (STF)(...). As alterações, mesmo substanciais das civilizações dificilmente exibiam a uma única geração todo o cotejo de suas inovações. Hoje, inversamente, observamos e com frequência uma evolução de costumes, de valores, demandar apenas alguns anos para se verificar. Tudo indica que o lastro psicológico de que o homem dispõe não se vem revelando suficiente para arrostar as sucessivas adaptações a que estão forçando os movimentos sísmicos de uma civilização em processo de mutação radical. É a consciência desse descompasso que traz à nossa época um cortejo de angústias psicológicas, que, por vezes, já encontra uma angústia metafísica devidamente instalada." (Grifei) (Ibidem, p. 15).

A mídia marrom de esquerda, com seus tentáculos de monstro demoníaco, polui o debate político, jurídico e sociológico. Ela tenta angariar a coerência no absurdo. Arvora-se em sofismas e falácias que nem mesmo compreende. Gera angústias psicológicas e metafísicas em seus telespectadores ao enfatizar a pandemia de Coronavírus, alardear polêmicas vazias contra o presidente da república em exercício e ao promover o "medo líquido". 

Por diversas vezes, verificamos as contradições dos seus discursos e aduzimos que existe uma manipulação da realidade histórica:

"É curioso observar-se o quanto coexistem o pensamento e a ação na manipulação da realidade histórica. É a razão pela qual alguns se inclinam pela tese de que apenas as ideias estão na raiz das mudanças sociais e outros advogam de preferência a assertiva de que os fatos sociais como que compelem as comunidades, dando-lhes nova feição e inserindo-lhes novos valores. (...) a humanidade ou parte dela passa a ver o real com outros olhos, por força de valores emergentes". (Ibidem, p.16)

Esses "valores emergentes" da "nova era" que se nos apresentam pelos "vermelhos", denotam que há sim uma destruição dos valores adrede desejados, verdadeiramente, por uma sociedade que quer sim conservar as instituições e não destruí-las. Um país que deseja ordem e progresso. Procura manter o que está aí e melhorar onde for possível, não em destruir as bases da sociedade, como quer a mídia militante que força a ruptura das famílias e o sucesso dos pequenos grupos, minorias, em detrimento da maioria. Ativando o velho sofisma da "tirania da maioria"! 

Ora, isso não se confirma. O presidente eleito o foi legitimamente e com esteio na democracia, no poder do povo. Subtrair esse poder sob o discurso de que o nosso mandatário máximo  se apresenta como um genocida, é um escárnio! 

Ocorre que o problema-Brasil se faz presente nesse discurso militante da mídia esquerdista, no sentido de que há o interesse em derrubar o poder vigente e instituir o caos social e político: "quanto pior melhor"! 

Na verdade, os "vermelhos" querem fazer com que o absurdo pareça coerente, mas todos estão a ver a vergonha que, essa força profunda das relações internacionais, "a mídia marrom de esquerda", está a passar! 

O presidente Jair Bolsonaro agiu corretamente ao criticar a mídia esquerdista que violenta a sua imagem diariamente nos noticiário. Apesar de exagerado, ele falou o que todos nós queremos fazer "dar um soco bem dado na boca desses jornalistas" que ofendem a quem querem e não pagam por isso como deveriam, sob o fundamento da "liberdade de expressão" que não passa de fofoca e desrespeito mesmo. Argumentum ad hominem! 

Ainda, se defendem no maniqueísmo típico da velha esquerda que se diz a paladina dos pobres e combalidos, que seria a boazinha e o presidente, o capeta. Um discurso que não se sustenta.

Esse é o Brasil, um país-problema, que se faz presente na nossa mídia militante de esquerda que está pouco se "lixando" para as questões morais e éticas. A corrupção, a mentira, as "fake news" estão do lado de uma mídia sem-vergonha que favorece ao discurso esquerdista em detrimento da conservação das instituições e dos poderes constitucionalmente constituídos e democraticamente eleitos. Tudo por ocasião da mania de "querer se dar bem" dos "vermelhos que ainda acreditam que podem enganar a maioria, o que não se confirma na realidade.

      

sábado, 22 de agosto de 2020

A Democracia Amordaçada!

Os últimos meses demonstraram grande tensão entre os dois polos ideológicos, esquerda e direita! O Supremo Tribunal Federal cometeu arbitrariedades em prejuízo das normas constitucionais relativas a direitos disciplinados na nossa Constituição Cidadã de 1988. O direito à liberdade de expressão foi tolhido. Rasgaram o texto da Constituição por ocasião de idiossincrasias que amordaçam e calam as vozes dissonantes do jogo político que se apresentam em desfavor da direita militante! 

Vimos observar, temerosos, os últimos acontecimentos vigorantes na Suprema Corte do Brasil, no que tocam às malsinadas "fake news" e ao famigerado inquérito aberto pelo Ministro Alexandre de Moraes juntamente com o Ministro Dias Toffoli. Fatos que denotam as tensões entre esquerda e direita, no espectro ideológico, em flagrante favorecimento da ala esquerdista. A mordaça foi colocada de modo a prejudicar e calar os que apregoam pelo conservadorismo e pelo direito de defender o presidente eleito que aí está democraticamente eleito pelo povo.

Aventa-se a hipótese de absolver o barbudo de nove dedos, por considerar-se o processo nulo. A esquerda não desiste nunca! Parece que Lula ladrão será candidato em 2022. É o que tudo indica. As falácias de "fake news" vêm sinalizar que quem comete tal delito são os da direita e os da esquerda são uns inocentes, coitadinhos deles, só que não.

Há uma trama de bastidores tão diabolicamente engendrada que passamos a acreditar que somos apenas marionetes nesse maniqueísmo imbecil e sem sentido. Uns dizem que os da direita são o mal personificado e outros creem que diabo é Lula. Não há isso! O que ocorre é que há uma disputa pelo poder, mas Lula foi pego pela justiça. A narrativa de que ele é um criminoso político não cola. Não há como se conceber que um homem que possui centenas de indícios contra a sua pessoa de que cometeu crimes e que foi denunciado e julgado culpado em processos criminais possa sair ileso dessa situação e ainda ser candidato à presidência da república em 2022. 

De outra ponta, o Supremo Tribunal Federal decidiu em desfavor das vozes que defendem ao governo. Amordaçou, "calou a boca", literalmente, dos apoiadores do presidente em exercício. Ainda que se diga que este nada tem de Messias, Salvador, mas há uma parcela considerável de pessoas que o apoiam e o elegeriam novamente, posto que jamais votariam em um ladrão condenado pela justiça.

O Supremo violou a Constituição ao decidir erroneamente na questão das "fake news", prejudicou apenas a direita, aos apoiadores do presidente, sendo que os da esquerda, que destilam mentiras e mais mentiras relativamente a Jair Bolsonaro, afirmando que este é um genocida, um nazista, um fascista, um "taxista" e etc., em nada foram prejudicados. Seus computadores não foram apreendidos, suas contas não foram bloqueadas. Estão livres para cometer as ditas notícias falsas, espalhando factoides, e nada acontece com os miseráveis esquerdalhas petralhas. Absolutamente nada! Dois pesos e duas medida? 

Até onde vai essa disputa pelo poder? O judiciário que não consegue respeitar a tripartição dos poderes. Invade competência de outros poderes sob o pretexto de "estar fazendo a coisa certa"! Arvora-se em hermenêuticas obscuras acerca do texto constitucional para fundamentar a sua patifaria.

Nunca antes na história havíamos observado tamanho abuso de autoridade das mais altas autoridades do poder constitucionalmente constituído como temos visto hodiernamente. Há um descrédito imenso da cúpula do judiciário que se tornou autoritário e quiçá fascista, como acusam ao presidente, podemos vislumbrar isso nas decisões da Suprema Corte.     

A liberdade de expressão não tem mais guarida no plano dos fatos, o que vigora agora é a capacidade de manipular o poder, seja pela via judicial seja por argumentos que não se sustentam juridicamente.

Intimidaram a base eleitoral do presidente e os seus apoiadores, mas será que conseguem calar uma massa de gente insatisfeita com uma instituição que está em iminente crise?

A verdade é que a Constituição foi rasgada pelos Ministros do Supremo Tribunal Federal e será bem difícil reverter os erros cometidos. Os precedentes que eles colocaram possuem força e haverá um policiamento bem maior do que se posta na internet. Sabido que isso é um retrocesso. Será que estão a preparar nosso país para a ascensão de um poder totalitário que vai governar a mão de ferro o povo que será destronado do poder? Um coisa é certa, amordaçaram a democracia e isso não pode ser olvidado e tampouco irão nos calar! 

Fora autoritarismo judicial!